segunda-feira, 14 de maio de 2012

REDESCOBRINDO NOSSA CIDADE

 Caro leitor,  


Neste sábado, você será enlevado pelas palavras da  jornalista Ivanúcia Lopes. Vem coisa boa por ai! 

Aguarde.

Em Marcelino Vieira “eles” só querem o poder. Parte II


          A disputa eleitoral nem começou oficialmente em Marcelino Vieira e já se transformou num samba do crioulo doido. Ninguém entende mais nada. Uma hora Ferrari e Iramar “racham”, outra hora estão unidos. Até Freud teria dificuldades pra explicar.
          É quase impossível entender essa dinâmica, porque ela não se sustenta em uma ideologia que preze pelo bem coletivo. São apenas interesses pessoais em jogo, nada mais, numa busca desenfreada pelo bojo do poder.
           Quem não se recorda que há bem pouco tempo, depois do tão badalado “racha” com o atual prefeito, Iramar afirmou a um blog da região que  “a cidade está abandonada e povo clama por melhor qualidade de vida”. Era uma tentativa de justificar a sua possível volta, “batendo” forte no atual prefeito, depois da quebra de um “acordo”. Agora de uma hora pra outra, está se “acertando” com Ferrari, e tudo passará a ficar muito bem, obrigado, como se nada tivesse acontecido.
           Nunca vimos o prefeito atual e o ex-prefeito discutindo sobre qual o melhor projeto pra governar a cidade, apontando soluções para determinadas problemáticas. Ao contrário, os dois depois de quase doze anos deixaram sérios problemas sem solução no nosso município. A construção da Estátua de Santo Antonio que o diga.
           Assim é a tônica de nossa política provinciana, onde os interesses pessoais prevalecem. Há ainda um grande distanciamento de uma organização partidária voltada para debater os problemas de nossa cidade, o que se tem são apenas projetos pessoais e não planos de governo. Tudo pelo poder.
           Essa forma de “loteamento” do poder é herança de uma estrutura político-administrativa do período colonial, que se arrasta até os dias atuais. Quando lemos “Os donos do poder” de Raymundo Faoro, entendemos que isso vem de uma política praticada no período colonizador, passando pelo “coronel” campesino ou o plutocrata urbano, até o político profissional dos tempos modernos, evidenciando que pouca coisa mudou.
          Assim, a única coisa que uni Ferrari e Iramar é o desejo de permanecer no poder, nem que para isso tenham que mudar de opinião de hora em hora.

domingo, 13 de maio de 2012

CONHECENDO SEUS DIREITOS

A Lentidão na internet e o seu direito de reclamar!
Saudações amigos! Todos os domingos estamos aqui: Eu representado por meio de meus escritos e você caro leitor que faz a sua dominical leitura. Por vezes quando nos deparamos de frente com um texto produzido por um jurista já imaginamos a chatice que será sua leitura por um leitor que não seja da área. Por vezes nos deparamos com as denominações que quase torna o texto incompreensível, cansativa e chata. Mas chata mesmo e estressante é uma internet lenta.

Na cidade de Marcelino Vieira/RN, com honras e orgulho ponho aqui o nome de minha cidade, temos três provedores de internet: Brisanet, Alsol e, pasmem, Oi Velox. As duas primeiras são as mais conhecidas na cidade e que possuem planos que variam de R$ 40,00 à R$ 280,00, a depender da velocidade e da banda contratada.

Mas é exatamente em relação a esta velocidade que devemos pautar a nossa dissertação. Tomemos como exemplo um plano contratado de 400kbps – recuso aqui parar para explicar o significado do Kilobites por segundo -, neste plano contratamos e temos uma ideia de que nossa velocidade contratada seria esta: 400kbps. Porém ao abrirmos o site www.rjnet.com.br/1velocimetro e fazermos o calculo da velocidade a que estamos a navegar nos deparamos com velocidades que as vezes chegam a 40kpbs. Aquela velocidade em que você para frente ao seu PC e sente que se sua internet ficar mais lenta você dormiria ali mesmo.

Aqui você leitor me perguntaria mais não tem uma lei que posso coibir isso? Aí onde está meu caro amigo. Temos sim. “Aprovada no ano passado, a resolução número 574, da Anatel, estabelece metas mais próximas da velocidade contratada. É muito comum que as empresas de acesso à internet garantam apenas 10% do limite contratado, porcentagem esta que será aumentada gradativamente. Normalmente o problema da baixa velocidade é sentido por usuários em cidades menores ou bairros afastados dos grandes centros. De qualquer forma o justo é receber por aquilo que pagou. Se a operadora não tem capacidade para prestar o serviço, deveria deixar de prestá-lo ou então adaptar a velocidade contratada e os preços à sua realidade”.

“A princípio a velocidade instantânea (aquela obtida em cada teste) não poderá ser inferior a 20% da velocidade contratada, tanto para download como upload, em 95% das medições. 20% ainda é pouco, sendo válido para o primeiro ano a partir de novembro de 2012. Nos dois anos seguintes a meta será aumentada para 30 e 40%. Isso dará chance às operadoras para aplicação das modificações necessárias na infraestrutura para atender a todos os clientes. Até outubro/novembro a velocidade mínima obrigatória continua sendo 10%”.

Mas diante da benevolência da Anatel nem tudo está perdido. Calma leitor. Antes de qualquer coisa você é um consumidor e para proteger os seus direitos existe uma Lei específica denominada de Código de Defesa do Consumidor. Lei esta que salva a nossa pátria. Sim salva mesmo, porque a velocidade de conexão que são disponibilizadas por estas empresas fornecedoras de acesso à internet pode ser configurada como falha de qualidade. E aqui cabe a aplicação da supracitada lei em seu artigo 20, quando prevê que o fornecedor de serviços responde pelos vícios de qualidade que os tornem impróprios ao consumo ou lhes diminuam o valor, assim como por aqueles decorrentes da disparidade com as indicações constantes da oferta ou mensagem publicitária, ou seja, a diferença entre a velocidade de internet anunciada e a que de fato você desfruta em sua residência.
Mais uma vez você leitor me faria uma indagação: isso me acontece faz tempo. Minha internet é lenta e eu reclamo com o provedor e nada. E ai com base nisso que você falou o que eu posso fazer? Apesar de a lei lhe dar mais opções, aqui cabe apenas a aplicação de duas delas: a adequação da prestação dos serviços e/ou o abatimento proporcional no preço. Se bem que tem uns provedores de internet que se fizéssemos o abatimento proporcional no preço seríamos reembolsados.

Sim caro leitor, antes que delongue demasiadamente o texto e o torne cansativo, vale frisar que as empresas que atuam como provedores de telefonia móvel são na verdade prestadores de um serviço público e assim sendo são obrigados a fornecer serviços adequados, eficientes, seguros e, quanto aos essenciais, contínuos. Nos casos de descumprimento, total ou parcial, das obrigações referidas, serão as pessoas jurídicas compelidas a cumpri-las e a reparar os danos causados, na forma prevista no Código de Defesa do Consumidor.

Seja cidadão! Exija seu direito!

Por Dr. Francinaldo Rodrigues OAB/RN 9586
Postado por ideiaVERMELHA

sábado, 12 de maio de 2012

REDESCOBRINDO NOSSA CIDADE

Esse texto apresenta de forma sucinta a fé e a religiosidade de nosso povo, desde sua origem até os dias atuais, o autor faz uma viajem na história e no espaço geográfico, mostrando o surgimento e a consolidação de nossa identidade.



MANIFESTAÇÕES RELIGIOSAS NO ESPAÇO VIEIRENSE
Por Emerson Ênio

     A mãe de Marcelino Vieira é a fé. Nasceu e cresceu sendo amamentada por esse valor sobrenatural, mas sua manifestação é tipicamente humana, o que permite a inclusão de elementos folclóricos, revelando sua cultura e o diálogo do seu povo com o sagrado.
     As suas ruas guardam promessas e trazem à tona sentimentos profundos que narram a sua história. Cada pedra da cidade registra cotidianamente os medos, a angústia diante das incertezas da vida, misturadas a uma sensação de consolo e de esperança renovadas a cada mistério desse rosário de gente: Antônios e Antônias sertanejos que, aos pés da serra entregam seus destinos aos céus e dançam e cantam e tocam e penduram tirinhas coloridas nos seus santos e vestem túnicas e amarram a cintura com cordões para mostrarem ao mundo sua crença de um jeito simples de quem acredita.
     Em 1861 o então fazendeiro Antônio Fernandes de Oliveira fez uma promessa a Santo Antônio, seu santo de devoção, pedindo que sua família não fosse atingida pela epidemia de cólera que atacava toda microrregião de Pau dos Ferros. Desta forma, prometeu doar parte de suas terras para fazer a construção de uma capela em homenagem ao referido santo, manifestação comum entres os católicos daquela época. Historicamente a formação territorial do município de Marcelino Vieira se deu quando se desmembrou politicamente da cidade de Pau dos Ferros no dia 24 de novembro de 1953.
     No “Alto Oeste” do Rio Grande do Norte as festas religiosas, marco cultural da identidade deste povo, se definem de forma bastante expressiva, a fé católica, a devoção aos santos são elementos bastante vivos nesta região. Historicamente as procissões, os leilões, as novenas atraem um número expressivo de turistas e filhos ausentes para as pequenas cidades do “Alto Oeste”.
     Toda festa ou manifestação religiosa corresponde a um tempo-espaço social, ou seja, uma forma de se deixar transparecer o coletivo que demonstra de certa forma as raízes de um povo. Pois é justamente esta força demonstrada pela coletividade que se faz responsável pelo andamento da festa e que quase sempre vai se fazer ligada com os conceitos econômicos que em tal fase pode ser chamado de turismo, pois a este é dado o papel de dar uma fluidez econômica as festas populares religiosas se fazendo utilizar de uma mistura entre o “sagrado e o profano.”
     Nesse contexto sacralizado há uma estreita relação entre espaço e religiosidade. O primeiro se transforma mediante manifestações do segundo. Durante todo o ano a cidade se prepara para as festividades da “Festa de Junho” como todos chamam; as residências recebem novas pinturas, os meio fios e troncos das árvores são contornados de branco, as bandeirolas coloridas apontam o caminho da matriz e o tapete vermelho é estendido até aos pés da imagem do santo padroeiro.
     A comunidade se sente co-responsável quando, para expressar a fé, se mobiliza em grupos destinados às apresentações litúrgicas, leilões dos objetos ofertados e apresentações culturais em praça pública. O novenário transcende o âmbito da igreja e invade as ruas e as noites, fazendo surgir o elemento profano: festas dançantes, bebidas e parques de diversões.
     Essa rotina operada no espaço permite a constituição do mundo dos moradores, fazendo do seu lugar uma espécie de Santuário de Deus, uma passagem entre o céu e a terra, uma mistura do sagrado com o profano, afirmando que a revelação do espaço tem um valor existencial para o homem religioso.
     Os chamados filhos ausentes da terra se fazem presentes nessa ocasião festiva, tem uma noite do novenário a eles dedicada, para recebê-los e homenageá-los. Esse fato influi na vida de cada um desses filhos migrantes, responsáveis pela propagação dessa fé que é levada para além dos limites do seu primeiro espaço, proliferando-se às margens das grandes cidades. Durante todo o ano, esses vieirenses “paulistas” passam a economizar o seu salário para vivenciarem junto à sua gente, na sua terra natal, aos pés do seu padroeiro, o sonho de “Venceu na vida!”. Nesse sentido, a religiosidade exerce o poder de estreitar laços sociais e homogeneizar espaços.
     Vale salientar também que as vísceras param de roncar quando a alma se sente alimentada.
     É preciso, portanto, respeitar a fé e as concepções divinas de um povo. E Marcelino Vieira acredita no que diz o Êxodo, 3:5: ”Não te aproximes daqui, disse o Senhor a Moisés; tira as sandálias de teus pés, porque o lugar onde te encontras é uma terra santa.”.
Agradecimento especial a Professora Fátima Abrantes.

Emerson Ênio, graduado em Geografia pela UERN,
Especialista em Educação Ambiental pelo IFRN
Publicado por ideiaVERMELHA

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Depois de postagem do IdeiaVERMELHA, prefeitura de Marcelino Vieira resolve “tapar buraco”

Foto que mostrava o problema

   
        O IdeiaVERMELHA, há algum tempo, vem insistindo em mostrar o descaso da administração municipal com uma das entradas da cidade: um buraco, no já desgastado asfalto, que chama à atenção de quem entra em nosso município.
           O problema se arrasta há muito tempo, nunca se viu uma manutenção no local, que deveria ser bem tratado, já que é uma das portas de entrada de nossa cidade.
           A impressão, de quem chegava à cidade, era de total descaso, ao ser recepcionado por um enorme buraco, quase sempre cheio de água. Era o nosso cartão de visitas.
Entrada da cidade, ainda com o buraco
           Depois que o IdeiaVERMELHA publicou imagens e fez críticas sobre o problema, a prefeitura resolveu agir e tapou o dito buraco. Porém, o “serviço” não foi bem feito, apenas um paliativo.
Trabalhadores da prefeitura fazendo o serviço


Como ficou depois




          







 O material utilizado na obra não parece ser de boa qualidade e provavelmente veremos o buraco de novo, é só uma questão de tempo.




 Continuaremos cobrando.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Testemunha acusa José Agripino de receber proprina, diz revista

Uma testemunha acusa o senador José Agripino Maia (DEM) de receber R$ 1 milhão no esquema investigado na Operação Sinal Fechado. O assunto é destaque desta quarta-feira (09) no portal da revista Carta Capital. Trata-se do lobista de São José do Rio Preto (SP), Alcides Fernandes Barbosa. Ele foi preso com outras nove pessoas, em 24 de novembro de 2011, por envolvimento no esquema de inspeção veicular, montado por empresários e políticos locais.

Segundo a revista, a testemunha foi ouvida por um grupo de seis promotores de Justiça do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), que almejava um acordo que o tirasse da prisão. O depoimento durou 11 horas e reforçou muitas das teses levantadas pelos promotores sobre a participação de políticos no bando montado pelo advogado George Olímpio, apontado como líder da quadrilha, ainda hoje preso em Natal.

"De acordo com trechos da delação, gravada em vídeo, Barbosa afirma ter sido chamado, no fim de 2010, para um coquetel na casa do senador Agripino Maia, segundo disse aos promotores, para conhecer pessoalmente o presidente do DEM. O convite foi feito por João Faustino Neto, ex-deputado, ex-senador e atual suplente de Agripino Maia no Senado Federal. Segundo o lobista, ele só foi chamado ao encontro por conta da ausência inesperada de outros dois paulistas, um identificado por ele como o atual senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) e o outro apenas como “Clóvis” – provavelmente, de acordo com o MP, o também tucano Clóvis Carvalho, ex-ministro da Casa Civil do governo Fernando Henrique Cardoso", diz a revista.

Ainda de acordo com a revista, os promotores informaram que o papel de Barbosa na quadrilha era evitar que a Controlar, uma empresa com contratos na prefeitura de São Paulo, participasse da licitação que resultou na escolha do Consórcio Inspar. Em conversas telefônicas interceptadas com autorização da Justiça potiguar, Barbosa revela ter ligado para o prefeito Gilberto Kassab (PSD), em 25 de maio de 2011, quando se identificou como responsável pela concessão da inspeção veicular no Rio Grande do Norte. Aos interlocutores, o lobista garantiu ter falado com o prefeito paulistano e conseguido evitar a entrada da Controlar na concorrência aberta pelo Detran local. Em um dos telefonemas, afirma ter tido uma conversa “muito boa”. Embora não se saiba o que isso significa exatamente, os promotores desconfiam das razões desse êxito. Apenas em propinas, o MP calcula que a quadrilha gastou nos últimos dois anos, cerca de 3,5 milhões de reais.

Alcides Barbosa revelou aos promotores  que foi levado ao “sótão” do apartamento do senador Agripino Maia, em Natal, onde garante ter presenciado o advogado Olímpio negociar com o senador apoio financeiro à campanha de 2010. Na presença de Faustino Neto e Barbosa, diz o lobista, George prometeu 1 milhão de reais para o presidente do DEM. O pagamento, segundo o combinado, seria feito em quatro cheques do Banco do Brasil, cada qual no valor de 250 mil reais, a ficarem sob a guarda de um homem de confiança de Agripino Maia, o ex-senador José Bezerra Júnior, conhecido por “Ximbica”. De acordo com Barbosa, Agripino Maia queria o dinheiro na hora, mas Olímpio afirmou que só poderia iniciar o pagamento das parcelas a partir de janeiro de 2012.

O depoimento reforça um outro, do empreiteiro potiguar José Gilmar de Carvalho Lopes, dono da construtora Montana e, por isso mesmo, conhecido por Gilmar da Montana. Preso em novembro de 2011, o empreiteiro prestou depoimento ao Ministério Público e revelou que o tal repasse de 1 milhão de reais de Olímpio para Agripino Maia era “fruto do desvio de recursos públicos” do Detran do Rio Grande do Norte. O empresário contou história semelhante à de Barbosa. Segundo ele, Olímpio deu o dinheiro “de forma parcelada” na campanha eleitoral de 2010 a Carlos Augusto Rosado, marido da governadora Rosalba Ciarlini (DEM), e para o senador Agripino Maia. E mais: a doação foi acertada “no sótão do apartamento de José Agripino Maia em Morro Branco (bairro nobre de Natal)”.

A Carta Capital informou que com base em ambos os depoimentos, o Ministério Público do Rio Grande do Norte decidiu encaminhar o assunto à Procuradoria Geral da República, pelo fato de Agripino Maia e ser senador da República, tem direito a foro privilegiado. Lá, o procurador-geral Roberto Gurgel irá decidir se uma investigação será aberta ou não.

Fonte:  dnonline
Postado por ideiaVERMELHA

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Textos Anônimos circularm em Marcelino Vieira

 
         Nos últimos dias têm circulado em Marcelino Vieira alguns panfletos que geraram um certo alvoroço na cidade. Até agora foram dois: o primeiro, intitulado de PALANQUE, que surgiu com sua primeira edição em abril e agora reapareceu (ontem) em segunda edição; o segundo, com o título de O COMÍCIO, também foi às ruas da cidade ontem, em sua primeira edição.
         Os textos apócrifos, provavelmente têm o(s) mesmo(s) autor(es) e seguem a mesma linha: vêm recheados de ácidas críticas a diversos políticos e outros personagens da cidade, tudo de forma anônima, o que os descredibiliza perante boa parte da população vieirense.
          Num país onde o estado democrático prevalece, os direitos de expressão são imprescindíveis, porém de forma responsável. Textos que se escondem no anonimato não merecem nenhum tipo de valorização.

         Nota do blog:
          A pouco tempo a cidade de Marcelino Vieira contava apenas com um veículo de comunicação: a Rádio Vitória FM. Com o advento da internet e sua massificação, aos poucos foram surgindo vários blogs na cidade, que passaram a contribuir para a difusão de informações e opiniões sobre a terra de Santo Antonio. Porém, nenhum de forma anônima.
          Nos meios de comunicação, o contraditório e a pluralidade de pensamento devem sempre existir, desde que não seja no subterfúgio do anonimato. Quem critica também pode ser criticado, e é assim que deve ser.
         O blog ideiaVERMELHA repudia veementemente a prática do anonimato, que de nenhuma forma se justifica e pode ser bastante perigosa para uma sociedade que quer ser democrática de fato e de direito.