sexta-feira, 12 de outubro de 2012

MARCELINO VIEIRA: A vitória da oposição

Quem disse que a oposição perdeu as eleições?
            Lembremos que a democracia é formada por três poderes: o judiciário, o legislativo e o executivo. O primeiro é independente de processos eletivos populares, então só nos resta confiar nele, e acreditarmos que pelo menos será justo e fará serem cumpridas as leis. Os outros dois, o executivo e  o legislativo, sim são definidos pelo poder do voto popular.
            Na nossa cidade, o pleito eleitoral deste ano mostrou uma divisão. O grupo situacionista, que há vinte e quatro anos domina completamente a política vieirense continuará com o executivo. Porém, a grande mudança aconteceu no poder legislativo.         Desta vez, a maioria dos vereadores eleitos foi da oposição. E não esqueçamos que um poder é dependente do outro, não dá para governar sozinho. A oposição terá o poder do voto na câmara dos vereadores, já que terá a maioria.
            Assim, os poderes estarão divididos. O grupo situacionista não saiu completamente vitorioso das eleições, pelo contrário, sofreu uma derrota histórica. Perdeu a maioria na câmara, que há anos estava acostumada a dizer sim a tudo que o prefeito decretasse.
            Agora o contexto é outro. Além de criar leis, é atribuição do legislativo municipal fiscalizar o executivo. O prefeito agora vai ter uma preocupação que antes nunca teve, a de que estará sendo de verdade fiscalizado em suas ações, visto que a nossa câmara era completamente amarrada ao mesmo e o que ele falasse a câmara – ou pelo menos sua maioria – dizia amém. 
            Desta forma não houve um partido vencedor nas eleições de sete de outubro em Marcelino Vieira, apesar de alguns andarem divulgando isto, o que houve sim foi uma divisão dos poderes, que há muito tempo não se via em nossa cidade. Então, podemos dizer que a oposição saiu vitoriosa nas eleições, já que não tinha nada e agora vai ter o comando de um dos poderes. 

Por Selmar Lima

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

MARCELINO VIEIRA: Abaixo assinado, FICA PADRE CLAUDENES!

Depois da brilhante campanha do grupo oposicionista de nossa cidade, debatendo e apontando propostas e projetos de melhorias para o desenvolvimento de Marcelino Vieira, surge um novo desafio para os cidadãos vieirenses, lutar pela permanência do Padre Francisco Claudenes.

Ele vem sofrendo perseguições políticas desde o período eleitoral, porque declarou apoio ao povo, a mudança e ao crescimento da terra de Santo Antonio.

Já existe uma enorme manifestação na cidade para a permanência do padre. Assine você também o abaixo assinado,clique aqui . Só precisa colocar o nome e o RG.

PERSEGUIÇÃO POLÍTICA É CRIME, vamos combater essas atitudes ditatoriais. Assine aqui.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

UMA NOVA IDEIA...

Aos que acreditaram – e acreditam – em UMA NOVA IDEIA.

Passado o período eleitoral temos um saldo positivo para os que acreditaram – e acreditam – numa nova forma de encarar/fazer política em Marcelino Vieira. Aprendemos muito e saímos fortalecidos dessa eleição.

O PCdoB entrou nesse pleito com o objetivo maior de colaborar com nossas IDEIAS para fazermos uma cidade melhor. Fizemos uma campanha...
 
eleitoral sem agressões, sem cair em provocações (e não foram poucas), pautados em propostas elaboradas através de um plano de mandato que procurou identificar e superar as deficiências que impedem o crescimento da nossa cidade e a melhor qualidade de vida da nossa população.

Combatemos sempre a gestão pública centralizada e autoritária, voltada apenas para interesses particulares. Sentimos muito por aqueles que não se importaram em discutir uma forma de governo para nossa cidade, mas estavam preocupados apenas com o próprio bolso. Reafirmamos nosso compromisso com o processo de mudança desejado por muitos em Marcelino Vieira. A LUTA continua e a chama da oposição permanecerá acesa.

Agradecemos a todos que nos apoiaram, direta e indiretamente, nessa caminhada, e em especial aos 179 VOTOS DE CONFIANÇA que não receberam nada em troca, a não não ser o compromisso de luta por nossa cidade. Estamos orgulhosos de vocês.

Um forte e sincero abraço,

Jeovar Cezário
Presidente do PcdoB/Marcelino Vieira

terça-feira, 9 de outubro de 2012

MARCELINO VIEIRA: Uma oligarquia em pedaços

O resultado das eleições em Marcelino Vieira, mostrou a indignação do povo contra um grupo que há 24 anos domina nossa cidade, domínio esse exercido de várias maneiras, desde a força de persuasão sobre os mais humildes com promessas e favores, até a perseguição política, o padre da cidade que o diga.

Este grupo por si só não se sustenta mais no poder, depois de um crescimento histórico da oposição em nossa cidade conhecida como “bacurais”, a elite oligárquica que domina Marcelino Vieira usou de todas as artimanhas para permanecer no poder, com pesquisas eleitoreiras que não traduziam a realidade, proibição de manifestações religiosas, ameaças psicológicas e esculhambações em palanque.

Por sorte o povo entendeu o recado, o resultada das urnas mostra uma cidade dividida,  a grande maioria não concorda com o sucateamento da saúde, o abandono da educação, o descaso público e a falta de assistência.

Infelizmente, teremos a continuidade do nada nos próximos 4 anos, esperamos que não morram mais pessoas por falta de atendimento médico, esperamos que deixem de poluir nosso rio, esperamos que não joguem medicamentos no lixo, esperamos que os trabalhadores recebem seus salários em dia, esperamos que sejam apresentadas políticas públicas para o desenvolvimento de nossos jovens, esperamos mais respeito com dinheiro público, esperamos que nossa cidade possa ter pelo menos uma obra concluída, esperamos que recuperem nossas praças e ruas, E ESPERAMOS QUE O POVO QUE COMEMORA HOJE NÃO CHORE AMANHÃ POR FALTA DE ASSISTÊNCIA...

“A decisão foi nossa”

Edino Ferreira

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

CANDIDATURA DE FERRARI TEM PEDIDO DE CASSAÇÃO NA JUSTIÇA


         A Coligação “Mudança e Respeito pelo Povo”, que tem Babau como candidato a prefeito, denunciou o candidato Ferrari por compra de voto.

           Segundo a Ação, o então candidato durante a campanha eleitoral deu material de construção, prometeu casas populares e ofereceu dinheiro a várias pessoas em troca de votos.
              
             A Ação embasa o seu teor através de várias gravações de áudio e vídeo feitas por sete pessoas que confirmam o cometimento do ilícito.
             
             Este tipo de crime está previsto no Art. 41-A da lei eleitoral nº 9504/97, conhecido no mundo jurídico como capacitação ilícita de sufrágio.
            
         Se a Representação for julgada procedente, seu registro de candidatura poderá  ser cassado e na hipótese de ser eleito, pode perder o mandato.
          
          A Ação foi ajuizada na Comarca e Marcelino Vieira neste 03 de outubro e foi protocolada sob o nº 71121/2012.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

MARCELINO VIEIRA: A queda de uma oligarquia.

Após 24 anos do domínio de um grupo oligárquico, Marcelino Vieira marcha para a revolução, uma revolução amparada pela Constituição Federal e pela força do povo.

O momento atual de nossa cidade é tão insustentável, que podemos compará-la com a época da queda da Bastilha na França em 1789. Naquele tempo a França passava por uma enorme crise social, econômica e política, que juntamente com os ideais de “Liberdade, Igualdade e Fraternidade” impulsionaram o povo para ruas e para a luta, a conhecida Revolução Francesa.

O descaso público, o sucateamento da saúde, o abandono da educação, o desrespeito com o cidadão, obras inacabadas, falta de perspectiva para os jovens, trabalhadores com salários atrasados, falta de transparência com recursos públicos, como o complexo religioso de Santo Antonio, etc, estão levando as pessoas as ruas e a luta por uma cidade mais libertária, igualitária e fraterna, onde possa-se ter oportunidades de crescimento e desenvolvimento.

Assim como na Revolução Francesa, Marcelino Vieira padece de atenção em todos os setores, são inúmeras as injustiças sociais, ocorre uma inversão de valores, direitos conquistados pela Constituição federal como saúde, educação e trabalho são tratados pela Prefeitura como favores, e colocados a troca em época de eleições.

Claro, vivemos em outro tempo, tempo de democracia, de globalização e de informação, a Revolução ao contrário da ocorrida na França no século XVIII, não usará a força nem a violência, mas sim o voto como arma fundamental de transformação. No próximo domingo, o povo irá as urnas para confirmar o sentimento de “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”, unidos por uma sociedade mais justa, com políticos honestos e coerentes. Será a consagração das manifestações que tem tomado de contas das ruas nos últimos dias, pessoas que saem para luta no pingo do meio dia, que viajam quilômetros para empunharem bandeiras, que saem as ruas gritando por mudança, sem música ou marchas políticas, somente com a voz e a consciência.

“A decisão é somente nossa”.   

 Edino Ferreira

Dilma quer recursos do pré-sal na educação

Dilma defende que recursos da exploração do pré-sal sejam usados para aumentar os investimentos em educação

A presidente da República, Dilma Rousseff, defendeu a destinação dos recursos com a exploração do petróleo e gás da camada pré-sal para a educação. Segundo ela, apesar dos investimentos feitos ao longo dos últimos anos, somente com a aplicação dos ganhos do setor de petróleo e gás será possível aumentar o direcionamento de recursos para essa área.

“Eu acredito que uma das grandes questões que nós temos que discutir, logo após as eleições, é para onde vamos destinar os recursos do petróleo e do gás, tanto no que se refere a royalties, como ao Fundo Social (do Pré-Sal) aprovado em relação à partilha. Nisso, a importância da educação tem que ficar clara”, ressaltou ao discursar durante evento promovido pela revista Carta Capital.

Para a presidente, é necessário fazer “vultuosos” investimentos em educação para garantir o desenvolvimento do país a médio e longo prazo. “Nós, em uma visão de médio prazo, e mesmo de longo prazo, temos de assumir o compromisso de ampliar o gasto de educação como percentual do PIB (Produto Interno Bruto)”. O PNE (Plano Nacional de Educação) que foi aprovado em uma comissão especial, mas ainda deverá ser votado no plenário da Câmara dos Deputados, prevê que em dez anos o Brasil destine 10% do PIB para a educação.

Dilma destacou ainda a importância da melhoria do ensino como forma de garantir a sustentabilidade da nova classe média, surgida nos últimos anos. “É um elemento fundamental tanto para que a gente garanta que a nossa classe média seja consistente, não volte atrás, não enfrente um processo de perda de renda, como que nós tenhamos condições de ter massa crítica para inovar e investir em tecnologia e inovação”.

Fonte: eband